Inmed distribui medicamento para 3.900 crianças em Guarulhos
Um total de 3.900 crianças, moradoras no bairro Ponte Alta, em Guarulhos, foi beneficiado pela distribuição do medicamento Combiron®, realizada entre os dias 19 e 24 de março, pela Inmed Brasil, que em parceria com a Aché Laboratórios Farmacêuticos e Secretarias Municipais de Saúde, Educação e Meio Ambiente, desenvolve o projeto Horta Brasil.
Juntamente com a entrega do complexo vitamínico, foram realizadas palestras sobre alimentação saudável, verminoses e teve início a construção de uma horta no terreno da CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Ponte Alta. Os professores da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Ponte Alta também foram treinados. Em breve, haverá hortas nas duas escolas.
Na manhã do dia 24, um sábado ensolarado e de muito calor, a técnica de construção de hortas da Inmed Brasil, Cleusa Mariana Cintra, 48 anos, ajudava educadores, pais de alunos e voluntários na montagem do primeiro canteiro da horta da CMEI Ponte Alta.
“Pra ficar mais bonitinho, tira esses torrões maiores. Isso, assim mesmo. Desse jeito”, incentivava Mariana, enquanto passava o ancinho sobre um canteiro recém-construído, sob o olhar atento de umas 20 pessoas, todas entretidas no trabalho. |

Construção de horta no terreno da CMEI Ponte Alta
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Mariana preparou mudas de alface, escarola, cenoura, beterraba e sete tipos de semente. “Gosto de fazer cada canteiro para cada tipo de alimento. Por exemplo, esse aqui (ele aponta para um canto da horta) só vai ter alface.” A aula no canteiro colocava em prática o que havia sido ensinado no dia anterior apenas na teoria.

Mariana, técnica de hortas da Inmed, distribui mudas a voluntários
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A educadora Livia Bokolts, 21 anos, que trabalhava como voluntária, contou que nunca havia plantado alimentos. “É simples e bem interessante. Precisa só seguir algumas técnicas. Estou muito ansiosa para colher e provar o produto da nossa horta.”
A diretora Vânia Marangoni Santos, 35 anos, comemorava: “É a primeira vez que vai ter uma horta na nossa escola. Estamos muito empolgados”. A CMEI Ponte Alta tem 950 alunos nos três períodos.
Quando a horta começar a produzir alimentos, haverá um grupo de consumidores previamente formado. Depois das palestras sobre alimentos saudáveis, aumentou a aceitação de legumes e verduras na merenda escolar. “Antes”, diz a diretora Vânia, “muitos não comiam esse tipo de alimento. Agora, essa situação está mudando.” |
Anemia - Próximo dali, na UBS (Unidade Básica de Saúde) Ponte Alta, acontecia uma palestra sobre anemia e como prevenir as verminoses. O coordenador regional da Inmed Brasil, em Guarulhos, Marcelo Colonato, falava sobre as altas taxas de anemia encontradas nos exames realizados pela Inmed e como deveria ser tomado o complexo vitamínico Combiron®. Colonato pedia a participação de todas as mães e lembrava: “O projeto só sobrevive se tiver o apoio de vocês.”
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O coordenador regional da Inmed, Marcelo Colonato, dá palestra
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A dona de casa, mãe de duas filhas e salgadeira, Nathalia Cosmo Silva, 27 anos, gostou de ter participado das atividades. “Achei maravilhoso. É educação, alimentação, saúde. Eles estão reeducando a gente. Ensinaram-me a cuidar melhor das minhas filhas, a ter disciplina alimentar e que a refeição não se resume só a arroz e feijão, tem muitos outros alimentos que a gente precisa aprender a valorizar.”

A dona de casa e salgadeira, Nathalia Cosmo Silva, gostou das atividades |
União - A gerente da UBS Ponte Alta, Ieda Vidigal, disse que a maioria dos moradores do bairro enfrenta sérios problemas de saneamento básico e precariedade de ocupação profissional, “muitos atuam na informalidade”, o que acaba gerando famílias com altos índices de verminose e anemia. “Por isso, não adianta trabalhar isolados. Estamos aqui juntos: o governo municipal, a iniciativa privada e o terceiro setor nessa atividade que promove a saúde.”
Essa também era a opinião da diretora da CMEI Ponte Alta, Vânia Santos: “Não adianta só culpar o governo. A sociedade toda precisa pôr a mão na massa. Essa junção dos três setores é o caminho”.
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Porto Velho: escolas avaliam projetos
O coordenador regional da Inmed Brasil em Porto Velho (RO), Valmir Souto, entrevistou educadoras, agentes de saúde e supervisoras que falaram sobre o impacto do programa Produzindo Saúde da Inmed em suas unidades educacionais.
Em Rondônia, a Inmed Brasil atende atualmente 16 escolas e tem como parceira a Termonorte, além de outras empresas como Colgate-Palmolive e Janssen-Cilag Farmacêutica.
Veja o que as entrevistadas disseram:
Ivone Alves de Lima, vice-diretora da Escola Eloísa Bentes:
“A aceitação dos projetos da Inmed Brasil pela comunidade tem sido ótima. Os alunos ficam sempre contentes, principalmente, quando é dia de entrega dos kits Dr. Dentuço (fornecidos pela empresa parceira Colgate Palmolive, para estimular as crianças a escovar os dentes). A pessoa responsável pela viabilização dos projetos em nossa escola é a agente administrativa Conceição Aparecida Taborda. Ela realiza as atividades de aplicação do Pantelmin® (da Janssen-Cilag) e faz também as distribuições dos kits Dr. Dentuço. Em relação ao aspecto positivo dos programas, destaco a atividade preventiva, que é sempre mais eficiente que a curativa. Considero também as informações passadas aos alunos sobre hábitos saudáveis, como muito importante. A sugestão que eu daria para a Inmed é que o projeto fosse estendido até a 8ª série, pois entendemos que uma ação continuada como essa poderia produzir muito mais resultados.”
Gladise de Mendonça Ribeiro e Isabel Maria Guterres Aguiar Mira, respectivamente, agente de saúde (responsável pela aplicação prática do projeto na escola) e supervisora da Escola Juscelino Kubitschek de Oliveira:
“O projeto Produzindo Saúde é bem aceito pelos pais, que esperam sua continuidade. Os alunos entendem a importância das ações. No caso dos professores, eles acreditam que o projeto representa muito para a escola, pois os auxilia na orientação dos alunos para adoção de práticas saudáveis. A comunidade tem consciência das origens do projeto e sabe quem são seus patrocinadores, porque sempre que fazemos reuniões com pais e funcionários, falamos sobre o projeto e seus patrocinadores. Como sugestão, nós diríamos que precisamos de mais capacitação – pelo menos a cada seis meses – pois percebemos que sempre que nossos professores ou agentes de saúde são capacitados, eles retornam com muito mais garra ao trabalho. Ou seja, além de ser uma atividade produtiva é bastante motivadora.”
Valcélia Sampaio Peres, supervisora da Escola Paulo Leal:
“Existe grande aceitação do projeto Produzindo Saúde pelos pais. A maioria é formada por agricultores e sitiantes, com baixo poder aquisitivo e pouca instrução. Eles vêem essas ações como grande ajuda, já que estão longe da cidade, sem acesso a postos de saúde. Nossa escola, inclusive, acaba tratando de toda a família, pois os medicamentos são entregues também aos pais. Nossos professores se mostram bastante motivados. Gostam do trabalho diferenciado, envolvendo as famílias, e esse projeto proporciona isso. Já os alunos adoram, principalmente, quando é dia de distribuição do kit Dr. Dentuço. Os pais nem sempre têm condições de comprar escova, pasta de dente e fio dental. Como sugestão, eu diria que poderia existir um projeto que ensinasse as mães a realizar cursos de geração de renda.”
Maria Meires Sales, agente de saúde da Escola Ulisses Guimarães, responsável pela implementação do projeto na unidade educacional:
“Os pais já se habituaram com o projeto e é comum eles perguntarem quando chegarão os kits Dr. Dentuço ou mesmo quando haverá a distribuição do Pantelmin®. A aceitação é sempre positiva e já faz parte da rotina da escola. Os professores reforçam a importância do projeto Produzindo Saúde e desenvolvem conteúdos em sintonia com ele. Quando a Inmed Brasil distribui complexos vitamínicos ou medicamentos contra verminose, não são todos os pais que autorizam que seus filhos recebam essas doses. Nesses casos, vou na casa da família e converso com os pais, para explicar a importância de um tratamento. Isso tem trazido resultados muito positivos.”
Santa Helena: colheita de mandioca é repassada para escolas e creches

Horta tem alta produtividade em Santa Helena de Goiás
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A horta da Escola Agrícola, de Santa Helena de Goiás (GO) tem produzido mandioca suficiente para encher 12 caixas por semana. O excedente é distribuído para escolas e creches da cidade. A horta, segundo a coordenadora regional da Inmed Brasil, Ilucelia Martins Vieira, passou por um processo de limpeza e aração. Os primeiros canteiros ficaram prontos e a produção deste ano, de acordo com Ilucelia, vai superar a dos anos anteriores. “A plantação de bata-doce está cada dia mais bonita”, informa a coordenadora regional.
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Um grupo de artistas de Jataí apresentou, em fevereiro, uma peça teatral, em todas as escolas da cidade, com o tema Higiene e Saúde. Os alunos aprenderam, de forma divertida, a importância de fazer a higiene pessoal, ambiental e cuidados com a alimentação para ter boa saúde. Após a apresentação, os professores reforçaram as informações sobre higiene e saúde em sala de aula.
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Giro Inmed Brasil
Sorriso (MT) – A Inmed Brasil e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente trabalham em parceria para dinamizar as hortas existentes nas escolas. A Secretaria forneceu sementes para as escolas e disponibilizou o técnico agrícola Juliano Mezzalira para falar aos horteiros sobre manejo, adubação e cultivo de hortaliças.
Também em parceria com o governo local foi organizada uma palestra para merendeiras com a nutricionista Ligiane Bazzo. As merendeiras foram orientadas a usar os produtos das hortas e criar receitas atrativas. Os agentes de saúde também foram alvo de atuação com uma palestra, realizada nos dias 13 e 14 de fevereiro, sobre auto-estima.
Em março, a Inmed Brasil de Sorriso deu início ao projeto Sodis (Solar Water Disinfection ou Filtração Solar da Água), para capacitar agentes de saúde e integrantes da comunidade a utilizar uma tecnologia simples, aprovada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), que torna a água potável.
O Sodis usa radiação solar para destruir microorganismos patogênicos que causam doenças. É ideal para tratar pequenas quantidades de água: o líquido contaminado é colocado em garrafa plástica transparente e deve ficar exposto ao sol por seis horas. A luz do sol trata a água por meio de radiação e aumento da temperatura da água. Se a água esquenta a mais de 50ºC, o processo de purificação é três vezes mais rápido.
Manaus (AM) e Camaçari (BA) – Em parceria com a Visteon, tiveram início em março nas cidades de Manaus e Camaçari os treinamentos sobre construção de hortas e informações sobre alimentação saudável.
As atividades de construção da horta são realizadas geralmente em dois dias: no primeiro, é feita uma exposição teórica e no segundo os conhecimentos são colocados em prática.
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Inmed Brasil atende 94,5 mil crianças
| Locais |
Crianças |
Escolas |
Professores |
Merendeiras |
| Camamu,
BA |
7.734 |
92 |
270 |
179 |
| Maraú,
BA |
4.170 |
63 |
152 |
104 |
| Cairu, BA |
2.555 |
21 |
118 |
73 |
| Camaçari, BA |
14.289 |
34 |
516 |
65 |
| Dias D'avila, BA |
5.057 |
9 |
155 |
14 |
| Manaus,
AM |
10.219 |
20 |
333 |
63 |
| Porto Velho,
RO |
9.436 |
16 |
377 |
69 |
| Paracatu, MG |
7.972 |
18 |
171 |
139 |
| Sorriso, MT |
6.829 |
28 |
237 |
62 |
| Uberlândia, MG |
1201 |
4 |
89 |
40 |
| Santa Helena, GO |
2.273 |
10 |
102 |
40 |
| Morrinhos, GO |
1.837 |
15 |
83 |
27 |
| Duque de Caxias, RJ |
3.125 |
9 |
127 |
19 |
| Guarulhos |
3.860 |
3 |
77 |
12 |
| Francisco Morato, SP |
14.000 |
40 |
490 |
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| TOTAL |
94.557 |
382 |
3297 |
906 |
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